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- O Que Eu Também Não Entendo ♥


Essa não é mais uma carta de amor, São pensamentos soltos, Traduzidos em palavras
Prá que você possa entender, O que eu também não entendo...Amar não é ter que ter Sempre certeza É aceitar que ninguém É perfeito prá ninguém É poder ser você mesmo E não precisar fingir É tentar esquecer E não conseguir fugir, fugir... Já pensei em te largar Já olhei tantas vezes pro lado Mas quando penso em alguém É por você que fecho os olhos Sei que nunca fui perfeito Mas com você eu posso ser Até eu mesmo Que você vai entender... Posso brincar de descobrir Desenho em nuvens Posso contar meus pesadelos E até minhas coisas fúteis Posso tirar a tua roupa Posso fazer o que eu quiser Posso perder o juízo Mas com você Eu tô tranquilo, tranquilo... Agora o que vamos fazer Eu também não sei Afinal, será que amar É mesmo tudo? Se isso não é amor O que mais pode ser? Tô aprendendo também...


Beijos,
Camila Ribeiro

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te amo.

"Mas não diz eu-te-amo assim, cuspido ou sem fundamento ou por não saber o que falar. Diz que teve saudades quando sentiu meu perfume em alguma moça por aí, que lembrou de mim ao ouvir aquela canção da Mallu sobre o batom vermelho e que a moça do filme "O lado bom da vida" é doida como eu. Diz que te faço feliz, também, e aí sim acreditarei em eu-te-amo ou coisa assim."

Vamos marcar um dia?

Pra ler ouvindo. Banda do mar - Vamo embora. Se você não gostar, eu saio. Se gostar, eu fico. Se eu ficar, eu moro. Se eu morar, unidos. Se eu não gostar, eu saio. Se eu sair, te levo. Se eu te levar, pra sempre. Se pra sempre, sorrio. Vamos marcar um dia pra eu te contar como eu vejo o mundo? Sou especialista em achar as coisas, pois de base tenho algumas experiências e alguns filmes. Mas vai que você pega gosto pelo jeito que eu vejo? E de carona pega gosto pelo jeito que te pego. Vai que. Também quero saber como você vê as coisas. Estou empolgado em imprimir suas palavras pra levar no bolso e me lembrar que o meu não é o único jeito de ver a vida. Se der certo, eu vibro. Se não der certo, eu guardo. Se eu guardar, pra sempre. Se pra sempre, unimos. Vamos marcar um dia pra me contar de você? Quando souber, me fala o dia, aí eu já reservo minutos da minha vida pra dar atenção à sua. Quem sabe se fará um ensaio do que lá na frente vamos rir e suspirar sobre a presença um do outro…

do começo não dá pra enxergar o fim.

Vai durar o necessário. Talvez não tanto quanto eu gostaria. Talvez não tanto quanto você gostaria. Eu nem sei quem é você ainda. Você nem faz ideia de que eu sou. Vai durar algum tempo, sei lá quanto. Algum tempo. E que diferença faz saber agora? O medo de viver o fim atrapalha a gente de viver o começo. O que você vai fazer se eu acordar amanhã achando graça em outro sorriso? O que eu vou fazer se você acordar amanhã não querendo mais me responder no chat? São perguntas que a gente não precisa da resposta agora. Enquanto eu tiver disposta a continuar tendo você na minha vida, vou te ter. Eu não quero saber quando a gente vai terminar e como vai ser! Eu não quero ter que pensar na possibilidade da sua companhia deixar meus dias! Eu quero um espaço na sua vida pra eu encostar a minha. Nossa história não envolve nada além um do outro. E as datas de validade só servem para acelerar o consumo. Eu quero viver devagar. MAS CARALHO E DAÍ QUE ISSO TUDO PODE TERMINAR NO PRÓXIMO FIM DE SEMANA?…